Sinalização Vertical

A IMPORTÂNCIA DO ESTUDO DE FLUXOS PARA DEFINIÇÃO DA SINALIZAÇÃO E COMUNICAÇÃO VISUAL DE UM EMPREENDIMENTO

 

Neste texto comento sobre uma das etapas de Projeto e Desenvolvimento de Parqueamento em um empreendimento, etapa esta fundamental para que o “sistema garagem” funcione  de maneira dinâmica, confortável e funcional  de maneira perceptível pelo usuário.

Para tanto, os estudos devem ser concebidos e simulados obedecendo critérios de desenvolvimento cada vez mais complexos, com o objetivo de que a experiência do usuário do empreendimento seja “acima do esperado” . Iniciando pelas áreas de acessos de veículos, circulações, rampas e  vias, e por fim cisculação vertical e elevadores..

O estudo de fluxos, a partir da definição da melhor  conceito de acessos, basicamente deve ser representado diferenciando todos os agentes do sistema “garagem” e sua compatibilidade. São muitas as situações de compartilhamento de espaços, pessoas, bicicletas, deficientes,físicos, automóveis, motos, veículos de carga. entre outros…, , e todos devem ser representados nos projetos para verificação de áreas em que estes fluxos convergem entre si.

Seguindo uma sequência lógica de desenvolvimento do projeto, novas etapas foram criadas para validação do fluxo desenvolvido (layout) ou reformatado (relayout), precisam ser cumpridas todas as simulações de parqueamento de veículos na garagem. Para isto contamos com recursos tecnológicos de simulação que são representados nos projetos.

A partir da compatibilização e representação dos fluxos e simulações em ambiente de escala compatíveis, conseguimos definir a melhor localização (mapeamento) de sinalização e comunicação visual do empreendimento,  tornando os elementos citados perceptíveis pelos usuários, e que contribuam completamente para que o sistema garagem funcione de forma dinâmica e confortável para todos.

Esta é apenas uma amostra de parte das 11 etapas de um projeto de parqueamento, onde os benefícios da experiência dos usuários são evidenciadas  gerando valores que certamente tornam o empreendimento diferenciado e atendendo as expectativas de uso no mais alto grau de satisfação.

 

 

Escrito em 03 de abril de 2017.

Antonio Juchem

Diretor Garageplan

Novos projetos – Desenvolvimento

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QUANTO VALE UMA VAGA DE GARAGEM ?

 

As margens apertadas entre custos de obra e VGV (Valor Geral de Venda) vivenciadas pelas incorporadoras nunca tiveram que ser tão estudadas e analisadas como nos dias de hoje. Podemos citar diversos fatores como: excesso de produtos ou lançamentos, alta competição, crises econômicas, redução do crédito, entre outros.

Não estamos aqui para tratar destes problemas, e sim buscar as melhores soluções em  otimização dos custos, o aprimoramento de projetos mais eficientes, a melhoria do planejamento e a da compatibilização, tudo isso visando aumentar a rentabilidade.

Falando apenas em garagens pergunto:

Quanto vale uma vaga a mais com a mesma área construída?

Hoje as vagas são vendidas com valores entre 40 a 120 mil reais, ou seja, de R$3.200,00 a R$ 9.600,00 por metro quadrado, portanto, elas devem ter o mínimo de conforto para quem compra.  E o incorporador conseguir vender uma vaga a mais melhorando seu lucro no empreendimento.

Os projetos de estacionamento sempre passam despercebidos no planejamento das incorporações, acabam sendo parte a ser resolvida por último, com a área que sobrou ou atendendo minimamente o que a legislação exige.

Acredito que isso deveria mudar, pois temos de um lado os veículos aumentam de tamanho, do outro, subsolos, pilotis ou sobre solos de “parqueamento” que ainda seguem as regras básicas de projeto. O projeto de garagem tem que acompanhar a evolução das construções e dos carros.

As garagens são construções perenes, estão entre pilares, paredes e muros de contenção, construir uma garagem mal planejada é prejudicar para sempre seus usuários. Estes vão diariamente lembrar e falar mal de quem a construiu e planejou. Sempre é possível melhorar as garagens prontas, limitadas as suas  possibilidades, a melhor opção é considerar o planejamento desde o início junto com outros projetos, assim se consegue melhores resultados.

Keiro Yamawaki

Diretor da Garageplan – Arquiteto e Urbanista

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A CIÊNCIA DO ESTACIONAMENTO

Como foi sua última experiência ao estacionar?

Tratar de qualquer tema que esteja diretamente relacionado com “estacionar um veículo”, pode causar certo desconforto em muitas pessoas. Independentemente do tipo de atividade com a qual um indivíduo esteja envolvido, este sempre terá uma relação direta e intensa com os espaços destinados ao fluxo e ao armazenamento de veículos (estacionamentos, garagens, pátios de manobras,..).

Esta má impressão sentida pelos usuários, é resultado de uma forte e resistente cultura existente no Brasil, que é de não proporcionar, nas fases de projeto e de planejamento, benfeitorias que possam resultar em uma melhor ocupação do espaço, gerando maior eficiência e conforto aos usuários.

Segundo dados fornecidos pelo Denatran no último mês de maio, a frota atual de automóveis no Brasil é de mais de 50 milhões de unidades e a total de veículos, incluindo outros modais, somam mais de 91,5 milhões de unidades. Já nos Estados Unidos, o número de unidades, apenas de automóveis, ultrapassa a quantidade de 250 milhões. Comparando estes números, pode-se dimensionar a grande diferença na atuação operacional de estacionamentos nos grandes centros da terra do tio Sam.

Outra relevante diferença é a importância que se dá no momento de se planejar um local de maneira eficiente e de acordo com as reais demandas e necessidades de determinado empreendimento. É importante atentar para as diferentes tipologias de uso e sempre levar em conta os variados tipos de “agentes” (pedestres, bicicletas, motocicletas, automóveis, ônibus, caminhões, etc.) atuantes neste espaço.

Nos Estados Unidos e no continente Europeu, estes números justificam a existência de uma grande quantidade de associações e profissionais que estão envolvidos com o mundo “parking”.  Um exemplo de que o setor brasileiro se encontra em uma posição relativamente atrasada neste meio, é o pouco tempo de existência da Abrapark, que foi criada para representar nacionalmente o setor de estacionamentos (11 anos). Por outro lado, a associação americana da industria de estacionamento ( National Parking Association) possui 65 anos e traz consigo um grande número de associados (2.500).

Os encontros, conferências e trocas de informações entre todos os envolvidos devem ser potencializados, para que assim, o mercado brasileiro como um todo, passe a aceitar e assumir as novas tendências e soluções voltadas para estacionamentos e garagens.

Através de algumas experiências internacionais, da utilização de “boas práticas” desenvolvidas no exterior e de contínuos estudos aprofundados do “real existente” hoje no Brasil, criou-se uma metodologia de padronização para a utilização dos espaços destinados a veículos, que denomino: “estacionamentos de alto desempenho”.

Todos os tipos de empreendimentos (desde edifícios residenciais e corporativos, passando por complexos comerciais e de varejo e chegando ao setor industrial) possuem, ou deveriam possuir espaços bem pensados para que funcionem de maneira independente. A compatibilização entre a escolha do melhor tipo de operação, definições projetuais de layout, coerentes estudos de fluxos, aplicação de uma correta sinalização e uso de determinada tecnologia podem definir um espaço de maneira assertiva.

Decidir, por exemplo utilizar um equipamento automatizado (robotização) para aumentar o numero de vagas do empreendimento antes de analisar todas as possíveis soluções técnicas de novas distribuições de vagas ou executar a implantação de sinalização vertical de veículos antes de realizar um detalhado estudo dos fluxos de todos os agentes do sistema estacionamento, são erros que podem acabar gerando conflitos na operação e em muitas vezes elevados gastos desnecessários.

Os projetos, antes de atender às restrições urbanísticas e normativas técnicas para a área de estacionamentos e garagens, devem se preocupar em entender de maneira sistemática, quais serão as principais necessidades da posterior operação deste local. Desta maneira, é preferível que o cliente de determinado empreendimento tenha uma ótima impressão do local, e que essa impressão possa ser causada pelo estacionamento, como por exemplo, a economia de tempo ao procurar por uma vaga, números reduzidos de manobras a serem executadas, a preocupação com a própria estética do local e inúmeras outras experiências positivas no ambiente do estacionamento.

O objetivo de todos os profissionais, empresas e associações envolvidos com o “negócio estacionamento” deve passar a ser de fazer com que no futuro os usuários (cliente final) dos estacionamentos, de garagens, de pátios de manobras e de qualquer outro espaço destinado à veículos, entendam a importância que é de estar em um ambiente bem planejado, confortável e seguro.

 

Ricardo Sigel

Arquiteto, Urbanista e Sócio-diretor da GaragePlan Parking Design em artigo publicado na quarta edição da revista Portal Parking.

http://www.youblisher.com/p/1515259-Portal-Parking-4/

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Imagem artigo Yumi

O que uma vaga de garagem significa para você?

Meu interesse pela pesquisa sobre estacionamentos ocorreu, pela simples constatação de que vivemos em meio a um “mar de veículos”. Nos Estados Unidos, a área de estacionamentos ocupa um terço da área total construída (Eran Ben-Joseph, 2012). E no Brasil, essa proporção não difere muito. De acordo com o Secovi (2015), a maior parcela dos imóveis residenciais é de dois dormitórios. Se considerarmos que têm em torno de 65m2 e somadas as áreas comuns obrigatórias, temos praticamente a mesma proporção. A área média de circulação e vaga é de 25m2 e a maioria das grandes cidades exige no mínimo uma vaga por unidade habitacional.
Portanto, apesar de existir um movimento para estimular novos modais, a realidade brasileira nos mostra que a convivência com os estacionamentos será longa e melhorar seus espaços é uma questão emergente.
Do meu ponto de vista, a preocupação maior em qualquer espaço projetado, são as pessoas. E num estacionamento não é diferente. Existe uma circulação compartilhada entre vários agentes: pedestres, veículos de passeio, de carga, ciclistas, motos, entre outros. E por trás de todos eles temos pessoas, e é para elas que o espaço precisa ser projetado.
Hoje, nos projetos arquitetônicos, a preocupação parece se restringir a funcionalidade da atividade fim e a estética da edificação. O estacionamento é visto como consequência do sistema estrutural adotado para os pavimentos superiores, e, como resultado tem-se uma subutilização do espaço, circulações perigosas e desconfortáveis aos usuários. Será que não podemos fazer estacionamentos mais eficientes e que ocupem menos espaço?
Pensando novamente nas pessoas, principalmente nos pedestres, otimizar os espaços reduz tempo de percurso. Estudos americanos indicam que o tempo aceitável para achar uma vaga, estacionar e caminhar do carro ao estabelecimento, chamado de “park and walk”, é de 71 segundos. Eles consideram que o maior tempo gasto é realizado à pé, no entanto raramente são considerados como parte da experiência espacial dos empreendimentos. Dificilmente são projetadas faixas de circulação segura aos que caminham. E o estacionamento é o primeiro e o último espaço a ser visitado por significativa parcela dos usuários.
Empreendimentos que se preocupam com os fluxos; com as manobras seguras; que pensam no conforto dos usuários em termos de iluminação, ventilação, sinalização; que conduzam os diversos modais sem conflitos; que pense nos diferentes tipos de limitações das pessoas, podem ser considerados de qualidade. Além disso, o projeto precisa se preocupar com a cidade. Proporcionar áreas de acumulação nos acessos para não sobrecarregar o sistema viário do entorno, contribui também para o interesse pelo empreendimento.
Outra proposta inovadora que demonstra uma gentileza com a cidade, é ceder o estacionamento como espaço compartilhado. Existem inúmeros exemplos espontâneos no mundo: escolas que utilizam os estacionamentos para prática de esportes e recreação; igreja que utiliza para festas; cinema ao ar livre promovido pela associação de moradores. Em Curitiba, alguns shoppings têm cedido seus espaços para a realização de corridas de rua.
Portanto, a provocação que faço é: as áreas de estacionamentos podem ser multifuncionais, aproveitadas para outras atividades mais nobres, pois o espaço nas cidades é escasso e valioso. O que mais um estacionamento pode ser além de depósito ocioso de veículos? Vamos tornar um terço de nossas cidades mais útil para a sociedade.

Yumi Yamawaki , Arquiteta Urbanista e Sócia da GaragePlan em artigo publicado na revista ABRAPARK – JUNHO 2016

http://abrapark.com.br/site/wp-content/uploads/2016/08/abrapark-parking-30.pdf

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Bosch

TECNOLOGÍA PARA ENCONTRAR VAGAS TORNA-SE REALIDADE (BOSCH)

A vaga de estacionamento perfeita está próxima da onde o motorista deseja ir, tem espaço suficiente para o carro e está desocupada. Entretanto, encontrar esta vaga pode ser extremamente frustrante – especialmente em áreas urbanas. Na Alemanha, o tempo médio de busca de uma vaga de estacionamento disponível é dez minutos. De acordo com um estudo europeu, as pessoas dirigem em média 4.5 quilômetros enquanto procuram um lugar para estacionar, o que resulta em um custo de 1,35 euros por busca.

Graças ao gerenciamento de estacionamento ativo da Bosch, os motoristas podem achar a vaga de estacionamento perfeita sem desvios ou sem ficar rodando desnecessariamente. Esta tecnologia inteligente reconhece quais vagas estão livres na área urbana e informa sua localização exata. “Estamos livrando os motoristas da busca por uma vaga para estacionar seus veículos, que é frequentemente incômoda”, diz o Dr. Dirk Hoheisel, membro da Direção Executiva da Robert Bosch GmbH. E isto não é tudo: os motoristas também poderão utilizar um aplicativo do smartphone que os orientará diretamente para a vaga disponível.

Vagas de estacionamento habilitadas pela web com mínimo esforço

A chave para o gerenciamento de estacio namento ativo é a detecção confiável das vagas disponíveis. A Bosch desenvolveu um sensor especial que é apenas um pouco maior que um CD em termos de circunferência e tem apenas três centímetros de altura. Os sensores são instalados em garagens, em áreas de estacionamento disponíveis na rua ou até mesmo no asfalto, conforme desejado. O diferencial dessa tecnologia é que os sensores de ocupação operam sem fio e são alimentados por baterias, o que elimina a dificuldade e as despesas com instalações de cabos.

Cada bateria tem vida útil de até sete anos. Graças ao compartimento de plástico robusto, os sensores suportam qualquer condição climática, além do desgaste causado por caminhões pesados. Dentro do compartimento, a Bosch instala duas tecnologias diferentes de sensor que confirmam as informações coletadas. A vantagem disto é a mais confiabilidade na detecção dos espaços.

Previsão de vagas: conclusões para o futuro a partir do passado

O sensor de ocupação verifica, em intervalos regulares, se uma vaga está disponível. Usando um gateway, que é similar a um roteador de internet, o sensor da Bosch se baseia nas informações codificadas, onde um mapa de estacionamento é criado em tempo real com todos os espaços livres e ocupados, e poderá ser acessado por meio de um aplicativo ou online.

“Estamos fazendo com que as vagas sejam habilitadas pela web,” diz Hoheisel. As meta-informações sobre cada vaga de estacionamento também são disponibilizadas, incluindo se o espaço é reservado para famílias, mulheres ou deficientes, além do preço da hora do estacionamento e se há ponto disponível para carregamento de veículos elétricos. Mais serviços também são possíveis, como a função para pagamento. Com o uso do aplicativo, os motoristas podem pagar pelo estacionamento de maneira conveniente, sem usar dinheiro.

O gerenciamento ativo de estacionamento é um ótimo exemplo de como a Bosch está se configurando em um mu ndo conectado. Entretanto, o serviço não é apenas para motoristas, mas também para manobristas. “Podemos melhorar ainda mais a taxa de ocupação de espaços nas garagens”, diz Hoheisel. A chave para isto é a avaliação inteligente de dados. Um portal da web oferece aos manobristas uma visualização clara de quais vagas foram ocupadas por quantos veículos e quando. Durante os horários de pico, essas informações podem direcionar os motoristas para espaços com uma frequência de ocupação menor, por exemplo.

Os engenheiros da Bosch também estão desenvolvendo uma previsão de estacionamento. Usando base de dados antigos, eles esperam conseguir informações importantes para o futuro, o que poderia aliviar consideravelmente a busca por vagas de estacionamento, como ocorre frequentemente em eventos importantes, por exemplo.

Base para o estacionamento autônomo de amanhã

Os componentes do gerenciamento de estacionamento ativo, que incluem sensores de ocupação, gatew ay e o mapa de vagas em tempo real, também abrem o caminho para a função de estacionamento totalmente automatizado de amanhã. Em um futuro, não muito distante, os motoristas simplesmente deixarão seus veículos na entrada de uma garagem e, usando o smartphone, darão um comando ao carro para que procure uma vaga de estacionamento sozinho. O veículo será chamado de volta usando o mesmo procedimento.

A Bosch chama isso de estacionamento com manobrista automatizado. Para habilitar este serviço, os carros autônomos precisam de informações confiáveis sobre as vagas livres – que a Bosch já pode fornecer. “Nós vamos introduzir gradualmente o gerenciamento de estacionamento ativo nos próprios estacionamentos e garagens da Bosch,” conclui Hoheisel. Assim, os colaboradores e visitantes poderão encontrar vagas com mais rapidez.

http://planetcarsz.com/artigo/bosch-ajuda-motorista-a-encontrar-vaga-de-estacionamento-perfeita#sthash.hnPqhHzs.dpuf

 

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Entrevista Gazeta do Povo _ Destaque das Garagens nos Projetos Imobiliários

No último domingo (04/10), foi publicada uma entrevista com o Arquiteto Ricardo Sigel, sócio-diretor da GaragePlan Parking Design, no caderno de imóveis do Jornal Gazeta do Povo.

Foram comentadas as algumas razões pelas quais os projetos de novos empreendimentos devem aportar uma maior preocupação voltada aos locais destinados ao armazenamento de veículos (estacionamentos e garagens). Mesma preocupação que também pode ser dada aos empreendimentos mais antigos que apresentem algum problema de falta de vagas ou de conforto para seus usuários.

Na entrevista, também foi dado o depoimento do engenheiro e sócio da Porto Camargo Engenharia, Rodrigo Linhares Porto. Foi comentando sobre algumas das benfeitorias que as contratações dos serviços especializados para este setor trouxeram para sete empreendimentos do grupo.

A GaragePlan, vem trabalhado em projetos voltados a estacionamentos, garagens, pátios de manobras e diversificados espaços destinados ao armazenamento e circulação de veículos em todo o território nacional. Campus Universitários, Hospitais, Industrias, condomínios comerciais e residenciais são alguns de tantos setores que podem demandar essa especialidade.

Acesse o link da Gazeta e veja a entrevista completa.

http://www.gazetadopovo.com.br/imoveis/garagens-ganham-destaque-nos-projetos-imobiliarios-13fywcay2h9ip7igftsqn7jss

Consulte nossa equipe para maiores esclarecimentos!

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estacionamento

Zero vagas, zero negócios!!!

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É bastante comum encontrarmos pessoas que são repelidas de lugares que não possuem vagas disponíveis, onde o estacionamento é enclausurante, escuro ou até quando tem muitas vagas, mas neste caso, estão mal sinalizadas.

As frases mais ditas são:

..”nesse lugar não volto nunca mais”..

..”esse estacionamento é muito escuro”..

..”me sinto mal neste estacionamento”..

..“me perco todas as veze que entro lá”..”

Somos atraídos por várias experiências na hora de ir a um local para fazer compras, realizar consultas, passear e consumir. Estas sensações ocorrem inicialmente e necessariamente no momento em que acessamos os estacionamentos destes locais.

As boas ou más experiências ao entrar e sair, são as que ficam. Nós da GaragePlan nos preocupamos em solucionar isso da melhor forma e com os melhores custos-benefícios. Sabemos e não tiramos uma vírgula da importância dos espaços principais dos empreendimentos, mas sabemos também, que o local destinado à paixão dos brasileiros tem que receber a devida atenção e ser bem planejado.

 

GaragePlan Parking Design

Soluções em estacionamentos e garagens!!!

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Como montar um estacionamento!?

 

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Com milhares de veículos circulando todos os dias e vagas nas ruas ficando cada vez mais escassas, empreender no setor de estacionamentos parece atrativo. O número de carros nas ruas cresceu bastante nos últimos anos com os incentivos à indústria automobilística. De acordo com dados do Sindepark-SP, somente na cidade de São Paulo há pouco mais de 500 mil vagas em garagens e estacionamentos que atendem por mês 60 milhões de veículos. São Paulo é apenas o exemplo mais evidente de mercado. A mesma situação, em escalas menores, ocorre nas grandes e médias cidades do país.

Quando uma demanda forte como essa encontra um estabelecimento bem localizado, as chances de sucesso já aumentam significativamente. Uma boa localização é aquela que permite acesso fácil, com grande fluxo de pessoas e nas proximidades dos polos geradores de público: bancos, supermercados, shoppings, terminais de transporte público, aeroportos, faculdades e hospitais.

“O que o empreendedor tem que ter em mente desde o primeiro momento é que o estacionamento é um negócio dependente de outras atividades comerciais. Por isso, o estabelecimento deve estar localizado de maneira bem visível a quem passa pelo local”, diz o presidente do Sindepark, Marcelo Gait.

Justamente por conta dessa condição, os empreendedores devem estar atentos ao preço do aluguel praticados pelos imóveis na região. Segundo Gait, o aluguel pode comprometer até 50% do faturamento de uma empresa. Também é preciso verificar se a faixa de renda do público local é compatível com o serviço prestado. Além disso, é importante verificar se a demanda pelo uso do carro na região é contínua.

Uma vez observados todos esses detalhes, o novo empresário deve se preocupar com a qualidade de seu estabelecimento. Apólices de seguros contra furto, roubo, incêndio e acidentes devem ser acompanhados de um sistema eficiente de informações. Os clientes devem ser avisados das responsabilidades da empresa e os contatos dos estabelecimentos já no tíquete de entrada. A tabela de preços também deve estar disposta de uma maneira clara e visível para permitir uma escolha consciente por parte do motorista na hora de decidir onde parar o seu carro.

Uma pesquisa encomendada pelo Sindepark em 2015 constatou que mais de 86% dos usuários do serviço se preocupam em saber se o estacionamento tem seguro. “Este é um dado que mostra que os clientes estão preocupados com a qualidade do serviço prestado e com as responsabilidades do estabelecimento”, afirma Gait.

Um estacionamento que cumpre suas obrigações também deve ter vagas para idosos e deficientes, conforme prevê a legislação, além de profissionais capacitados, manobristas habilitados, treinados e identificados com crachá, regras que fazem grande diferença. As empresas sérias do setor de garagens e estacionamentos são responsáveis por quase 30 mil empregos diretos somente na capital paulistana.

Quem prefere sair de casa de carro e usar o serviço de um estacionamento pago o faz pela segurança e pela rapidez, diz a pesquisa encomendada pelo Sindepark e realizada pela Hora H Pesquisa. O estudo revelou, entre outras coisas, que mais de 99,71% dos usuários se sentem seguros ao deixar o carro num estacionamento. Entre os mensalistas, este número é de 100%.
Fonte: Sindepark

 

http://opopularmm.com.br/como-montar-um-estacionamento-15580

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Opções Inteligentes geradoras de conforto e energia

Estacionamentos são opções bastante interessantes para captar energia solar e, por isso, vêm ganhando popularidade em diversos países do mundo, incluindo o Brasil. No caso você pode, ao mesmo tempo gerar conforto para os veículos estacionados e energía para seu negócio.

Na ultima terça-feira (18), a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) inaugurou o maior estacionamento de geração de energia solar distribuída do país, ao custo de R$ 1,6 milhão.

O espaço, com capacidade para 65 carros, alocará 414 painéis solares fotovoltaicos capazes de gerar 140 mil kWh por ano.

Toda essa energia captada — suficiente para abastecer até 70 residências com consumo médio de 167 kWh por mês — alimentará a rede da concessionária Light para ser distribuida para a universidade.

Na sequência, a energia produzida será descontada nas faturas de luz do campus, seguindo a Resolução 482 da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Dessa forma, além de inserir na rede energia limpa e renovável, a iniciativa vai ajudar a reduzir o valor dos gastos na conta de luz.

Outra vantagem do projeto é o benefício ambiental. Com os painéis, aproximadamente 70 toneladas de dióxido de carbono (CO2) deixarão de ser emitidas por ano na atmosfera.

O projeto é fruto do programa de energia do Fundo Verde de Desenvolvimento e Energia para a Cidade Universitária da UFRJ, iniciativa que utiliza o recurso do imposto ICMS que é cobrado na conta de luz da universidade para implantar projetos sustentáveis por lá.

 

 

http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/estacionamento-solar-na-ufrj-e-capaz-de-abastecer-77-casas

Consulte a GaragePlan para elaboração de estudos eficientes e que possam trazer beneficios ao seu negocio através dos estacionamentos e garagens!!

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EDIFÍCIO GARAGEM, HISTÓRIA E FUTURO – GARAGEPLAN

 

O primeiro edifício de estacionamentos multi-pavimentos que se tem notícia data de 1920. Atribuído ao engenheiro estrutural francês Eugene Freyssinet. Muitos outros foram construídos no pós-guerra entre os anos de 1950 e 1975.Historicamente os edifícios garagem foram vítimas de desenhos pobres focados estritamente na economia construtiva. Muitas destas edificações tiveram sistemas de impermeabilização inadequados, iluminação insuficiente, falta de ventilação e outros problemas devidos a baixa consideração e criatividade de seus projetistas e proprietários.

A percepção da importância destas edificações vem mudando gradualmente pela compreensão de que o estacionamento é por muitas vezes a primeira e última impressão de um destino. Outra constatação é a do tamanho destas superfícies e ao mesmo tempo da necessidade de sua existência, podendo se tornar problemas para as cidades ou equipamentos atrativos. A ideia de que o edifício garagem é basicamente uma construção uni-utilitária está acabando. O desafio dos novos projetistas e gestores é trazer vida e usos diferenciados para estes espaços, promovendo uma interação maior com os usuários.

 

Torres de carros da Volkswagen em Wolfsburg – Alemanha
Torres de carros da Volkswagen em Wolfsburg – Alemanha

 

Obervando os sinais é possível imaginar as tendências. Os carros menos poluentes e menos ruidosos, naturalmente promoverão melhorias. A tecnologia, já existente em vários exemplos pelo mundo, de robotização ou de carros autônomos, promoverão outro tipo de interação com estes espaços. O desenvolvimento urbano exigirá destes edifícios a flexibilidade para outros usos futuros, sejam definitivos ou temporários. Soluções como os edifícios de estruturas metálicas aparafusadas desmontáveis ou com previsão modular que facilite o retrofit já são realidade. O nível de exigência do usuário é maior a cada dia, considerando o alto custo de estacionamentos, consequência da valorização do território das cidades. Por fim, mas não menos importante, a necessidade de construções sustentáveis que além de econômicas financeiramente sejam melhor aproveitadas e tenham baixo custo de manutenção.

 

 

Links interessantes:

http://garageplan.com.br/

http://garageplan.com.br/cases/

http://www.garageplan.com.br/blog/

http://www.archdaily.com/search/all?utf8=%E2%9C%93&q=parking

http://www.parking-net.com/

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